{"id":375,"date":"2014-11-19T15:48:13","date_gmt":"2014-11-19T17:48:13","guid":{"rendered":"http:\/\/oicriativas.faac.unesp.br\/?p=375"},"modified":"2014-11-19T17:36:48","modified_gmt":"2014-11-19T19:36:48","slug":"entrevista-lala-deheinzelin-parte-l","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oicriativas.faac.unesp.br\/index.php\/2014\/11\/19\/entrevista-lala-deheinzelin-parte-l\/","title":{"rendered":"Entrevista Lala Deheinzelin &#8211; parte l"},"content":{"rendered":"<p>\u00ad\u00ad<\/p>\n<h2>&#8220;sustent\u00e1vel como? Se o planeta \u00e9 um s\u00f3 e se os recursos materiais, tang\u00edveis, s\u00e3o finitos, escassos e se consomem com o uso?&#8221;<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Lala (diminutivo de Claudia) Deheinzelin, \u00e9 uma ex-atriz, t\u00edtulo a que ela mesma prefere ser chamada. Participou da novela <em>Vale Tudo, <\/em>da Rede Globo nos anos 1980, onde protagonizou, ao lado da atriz Cristina Prochaska, o primeiro casal de l\u00e9sbicas da TV brasileira. Participou de outras produ\u00e7\u00f5es na teledramaturgia mas, atualmente, considera que \u201cser atriz era limitado demais\u201d.<\/p>\n<p>Atua como consultora no campo da Economia Criativa. D\u00e1 palestras, promove oficinas sobre o tema e presta assessoria para governos e empresas sobre pol\u00edticas e estrat\u00e9gias criativas.<\/p>\n<p>\u00c9 tamb\u00e9m propriet\u00e1ria da Enthusiasmo Cultural, empresa que \u201cune extensa produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica e profundo conhecimento p\u00fablico e privado\u201d, oferecendo consultorias, eventos e semin\u00e1rios na \u00e1rea de economia criativa. \u00c9 criadora do movimento Crie Futuros, uma das fundadoras do N\u00facleo de Estudos do Futuro da PUC, e membro do Conselho do Instituto Nacional de Moda e Design, al\u00e9m de ex-assessora S\u00eanior da Special Unit on South-South Cooperation, ONU (2005\/2011).<\/p>\n<hr \/>\n<p>Confira a seguir a primeira parte da entrevista com Claudia\u00a0Deheinzelin :<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Primeiro o que \u00e9 economia criativa?<\/strong><br \/>\nExistem muitas defini\u00e7\u00f5es de economia criativa porque \u00e9 um conceito que ainda est\u00e1 sendo formado e, pesquisando da para encontrar v\u00e1rios deles. Uns mais ligados \u00e0 economia da cultura, outros mais ligados \u00e0 ind\u00fastria criativa \u2013 que s\u00e3o aqueles neg\u00f3cios cujo cerne \u00e9 de natureza criativa -, tudo o que tem haver com artes, com conte\u00fado e servi\u00e7os criativos.<\/p>\n<p>A defini\u00e7\u00e3o com que eu trabalho de economia criativa \u00e9 mais ampla. E \u00e9 essa que eu vou tentar explicar. Imagine que a economia tradicional, \u00e9 uma economia que se constr\u00f3i a partir de recursos que s\u00e3o tang\u00edveis, materiais \u2013 como terra, ouro, petr\u00f3leo \u2013 a reserva de valor que vai gerar riqueza e qualidade de vida \u00e9 tang\u00edvel. E a\u00ed existe um processo que pega esses recursos, digamos o petr\u00f3leo e transforma. Tem todo um processo e a partir disso, riqueza e qualidade de vida s\u00e3o geradas.<\/p>\n<p>A economia criativa \u00e9 uma nova economia porque essa reserva de valor ela n\u00e3o \u00e9 tang\u00edvel ou material, mas, intang\u00edvel. Ela \u00e9 conhecimento, uma linguagem art\u00edstica, ela \u00e9 um patrim\u00f4nio da diversidade cultural, um conjunto de atributos de marca de uma empresa, \u00e9 alguma coisa intang\u00edvel. Mas que \u00e9 o bem que vai gerar depois de um processo riqueza e qualidade de vida.<\/p>\n<p>A reserva de valor em si n\u00e3o \u00e9 economia criativa. Por exemplo, se eu tenho um grupo de artes\u00e3os que sabem fazer um tran\u00e7ado \u00fanico, com um material \u00fanico isso \u00e9 a minha reserva de valor, isso \u00e9 meu ponto de partida. Mas, s\u00f3 ser\u00e1 economia criativa quando houver todo um processo junto com outras \u00e1reas como a \u00e1rea de comunica\u00e7\u00e3o, de comercializa\u00e7\u00e3o, de design, etc; isso vai fazer com que aquilo possa passar por toda uma cadeia gerando riqueza e qualidade de vida.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, h\u00e1 uma diferen\u00e7a entre o produto em si e este produto, ou recurso, sendo transformado em economia criativa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Com rela\u00e7\u00e3o aos n\u00fameros desse setor da economia, o que pode ser dito?<\/strong><\/p>\n<p>L\u00eddia Goldenstein \u00e9 uma refer\u00eancia em n\u00fameros sim, h\u00e1 pesquisas. Mas, \u00e9 muito dif\u00edcil mencionar isso porque os n\u00fameros na verdade dimensionam apenas aquilo que \u00e9 formal. Por exemplo, se n\u00f3s fossemos medir a economia da dan\u00e7a, seria um valor muito pequeno porque, seriam medido a partir de quantos core\u00f3grafos, quantos bailarinos, quantos professores.<\/p>\n<p>E isso n\u00e3o chega em um n\u00famero muito pequeno. Se a gente tivesse como medir a atividade dan\u00e7ar, a\u00ed a gente v\u00ea que esta falando de uma coisa enorme. Porque, supondo, j\u00e1 que a dan\u00e7a \u00e9 muito pequena, vamos acabar com a dan\u00e7a. Mas, a gente acaba com dan\u00e7a e acaba com o que? A gente acaba com todo o carnaval, com todas as festas populares, que s\u00e3o o que qualifica e diferencia a maioria dos nossos cinco mil munic\u00edpios, a gente acaba com todas as celebra\u00e7\u00f5es, festas de casamento, de quinze anos, etc. A gente acaba com toda balada e tudo o que se constr\u00f3i ao redor da balada, de equipamento, bebida, roupa, guardador de carro; a gente acaba com o fitness, com toda a quest\u00e3o de sa\u00fade e academia, etc.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, o mercado de dan\u00e7ar, a economia do dan\u00e7ar, \u00e9 enorme. Mas, as nossas ferramentas de medi\u00e7\u00e3o, n\u00e3o tem como medir isso. Ent\u00e3o o que a gente consegue medir \u00e9 o pequen\u00edssimo setor da dan\u00e7a, que acaba parecendo irrelevante.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>E sobre os desafios da Economia Criativa.<\/strong><\/p>\n<p>A quest\u00e3o \u00e9, como implantar? \u00a0Esta pergunta n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. A primeira coisa que precisa \u00e9: saber que existe. Porque, n\u00e3o tem como implantar sem saber o que \u00e9 e porque \u00e9 importante. Ent\u00e3o, a primeira forma \u00e9 conhecer. \u00c9 saber o que \u00e9 economia criativa, como ela se apresenta, saber as v\u00e1rias defini\u00e7\u00f5es e as v\u00e1rias esferas de atua\u00e7\u00e3o da cultura, da ind\u00fastria criativa, das cidades criativas e da economia criativa.<\/p>\n<p>E depois, ver o que isso tem haver com voc\u00ea. O que significa isso? Significa antes de qualquer coisa, reconhecer que o intang\u00edvel \u00e9 o que vai gerar valor no futuro. Se n\u00f3s olharmos o que j\u00e1 tem valor no momento, vai ficar claro isso. \u00c9 ver quais s\u00e3o as empresas que mais valem, o Google, por exemplo, \u00e9 o intang\u00edvel do intang\u00edvel. Ele n\u00e3o trabalha com nada tang\u00edvel, s\u00f3 oferece material intang\u00edvel e a mat\u00e9ria dele tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea pegar as principais revistas de neg\u00f3cio vai ver que a maioria das capas dessas revistas fala de neg\u00f3cios que est\u00e3o ligados de alguma forma a intang\u00edveis. N\u00e3o s\u00e3o de empresas que trabalham com o tang\u00edvel, com o material, com a parte hard. S\u00e3o empresas que est\u00e3o trabalhando com a parte soft.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, eu diria o primeiro passo para implantar \u00e9 se conscientizar, \u00e9 preparar terreno, \u00e9 informar as lideran\u00e7as sobre o que \u00e9 isso e como isto \u00e9 terrivelmente importante nesse s\u00e9culo. E porque \u00e9 t\u00e3o importante? Porque a grande for\u00e7a motriz desse s\u00e9culo \u00e9 quest\u00e3o da sustentabilidade. Que n\u00e3o vai mais ser somente um adjetivo, mas, uma maneira de operar. Tudo vai ter que ser sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Agora, sustent\u00e1vel como? Se o planeta \u00e9 um s\u00f3 e se os recursos materiais, tang\u00edveis, s\u00e3o finitos, escassos e se consomem com o uso? Enquanto que os intang\u00edveis: cultura, criatividade, experi\u00eancia, conhecimento, \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 atributos de marca; isso tudo n\u00e3o se consome com o uso. E ao contr\u00e1rio, se renova e se multiplica. E esse tipo de vis\u00e3o que as nossas lideran\u00e7as precisam saber.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, o primeiro passo \u00e9 saber da rela\u00e7\u00e3o que existe entre economia criativa e sustentabilidade \u2013 como ela \u00e9 uma chave para a sustentabilidade \u2013 e depois, conhecer o que \u00e9 isso. Para saber que interface ter com a sua empresa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>E a quest\u00e3o da Globaliza\u00e7\u00e3o, as empresas j\u00e1 est\u00e3o cientes que \u00e9 o ser humano que faz a diferen\u00e7a?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 f\u00e1cil ver quais empresas est\u00e3o cientes e quais n\u00e3o est\u00e3o. Aquelas que est\u00e3o se dando bem, est\u00e3o cientes. As outras, n\u00e3o. Porque, essa \u00e9poca que n\u00f3s vivemos, e que no futuro ser\u00e1 vista como uma \u00e9poca de grandes mudan\u00e7as; talvez tanto quanto foi o renascimento, ela marca a passagem da centralidade do tang\u00edvel, do material; onde tudo o que importava era a parte da infraestrutura, a parte hard; para era centralidade do intang\u00edvel, da parte soft. A gente ainda esta pensando com a cabe\u00e7a do passado mas, o que \u00e9 t\u00e3o interessante de toda a quest\u00e3o da inform\u00e1tica \u00e9 que, ela mostrou pra gente que um hardware, uma estrutura; n\u00e3o \u00e9 suficiente em si. Ela n\u00e3o funciona sozinha, nenhum hardware funciona sem um software.<\/p>\n<p>Do que adianta fazer engenharia de processos, de espa\u00e7os sem pensar na forma de gest\u00e3o e no ser humano. A chave esta no humano. Vou te dar um exemplo super simples, que usei em um semin\u00e1rio da Copa do Mundo \u2013 sobre a rela\u00e7\u00e3o da Copa do Mundo e a economia criativa. Voc\u00ea se tiver dois supertimes digamos Santos e Barcelona, os caras podem estar descal\u00e7os e na praia e vai ser um jog\u00e3o. O software sem o hardware, tem as pessoas com a sua intelig\u00eancia, etc, fazem um superjogo. Agora, claro que se for em um est\u00e1dio adequado esse jogo vai ser melhor. Mas, o jogo pode ser o m\u00e1ximo em qualquer lugar, com qualquer condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Agora, o contr\u00e1rio n\u00e3o acontece. Voc\u00ea pode ter o est\u00e1dio mais hightec, fabuloso do mundo que sem time para jogar nele, n\u00e3o acontece nada. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0Essa \u00e9 a quest\u00e3o do humano, porque ele \u00e9 t\u00e3o importante? Porque o conhecimento, o diferencial desse s\u00e9culo est\u00e1 no ser humano. A criatividade e a capacidade de adapta\u00e7\u00e3o est\u00e3o no humano.<\/p>\n<p>Ou seja, o ser humano \u00e9 a parte de software. E o software \u00e9 justamente o que faz funcionar o hardware. N\u00e3o h\u00e1 estrutura que funcione sozinha, ela s\u00f3 vai funcionar se possuir o software.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Qual o futuro das empresas que n\u00e3o entenderam esse posicionamento?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o muito animador. Porque, por exemplo, as empresas que est\u00e3o substituindo pessoas, que possuem um profundo conhecimento daquilo que fazem da empresa, do seu setor, etc; por pessoas mais baratas, que est\u00e3o chegando ao mercado agora. Isso \u00e9 um erro tremendo, \u00e9 o celebre \u201cbarato que sa\u00ed caro\u201d. Porque toda aquela experi\u00eancia acumulada tem um valor extraordin\u00e1rio. Ainda mais se forem pessoas que possuem um vinculo afetivo com aquilo que fazem. Porque s\u00f3 aquilo que \u00e9 afetivo tamb\u00e9m \u00e9 efetivo.<\/p>\n<p>Toda essa rotatividade, a ideia de que pessoas s\u00e3o substitu\u00edveis, que voc\u00ea tem a mesma coisa por um pre\u00e7o mais barato; isso \u00e9 uma perda de um potencial e de um patrim\u00f4nio tremendo, que \u00e9 o conhecimento, o carinho, a fidelidade, etc. E se n\u00e3o existe isso dentro, tampouco ter\u00e1 isso fora. Se voc\u00ea acha que um funcion\u00e1rio, que um colaborador, \u00e9 descart\u00e1vel o teu cliente tamb\u00e9m vai achar que a sua empresa \u00e9 descart\u00e1vel. Porque ele vai sentir que h\u00e1 essa aus\u00eancia de vinculo, de solidez, de lastro.<\/p>\n<p>Isso pra falar de um aspecto. Por outro lado, sem o ser humano tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 inova\u00e7\u00e3o, diferencial, uma cultura pr\u00f3pria da empresa, n\u00e3o tem nada que d\u00ea sabor. \u00c9 como se todas as empresas fossem iguais. Imagine como na gastronomia: \u00e9 como se fosse um prato que n\u00e3o tem tempero ou receita pr\u00f3pria. \u00c9 como se todo mundo fosse um bife, de que adianta v\u00e1rios bifes? Algu\u00e9m esta interessado em bife? N\u00e3o, as pessoas est\u00e3o interessadas em gastronomia e gastronomia muito sofisticada. S\u00f3 o b\u00e1sico n\u00e3o esta mais interessando.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O que voc\u00ea pode dizer a repeito do BNDS?<\/strong><\/p>\n<p>O banco financia muito pouco em termos de intelig\u00eancia. Ele est\u00e1 inteiramente preparado para financiar a infraestrutura, e isso \u00e9 f\u00e1cil e entender o porqu\u00ea. Primeiro voc\u00ea mede o resultado mais f\u00e1cil, voc\u00ea paga por uma barragem e a barragem esta feita, voc\u00ea paga por intelig\u00eancia e como se v\u00ea a intelig\u00eancia? Como voc\u00ea mede a intelig\u00eancia? Como voc\u00ea quantifica? As nossas r\u00e9guas s\u00e3o muito limitadas para quantificar todos os resultados dessa intelig\u00eancia, dessa gest\u00e3o, dessa inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 muito mais f\u00e1cil trabalhar com o tang\u00edvel, com o material, com o estrutural. Por isso que a gente, \u00e0s vezes, demora mais do que deveria para entrar na quest\u00e3o do intang\u00edvel. E no BNDS, o que se percebeu \u00e9 que como ele \u00e9 um banco de fomento e um banco que sempre esteve ligado ao futuro, ele precisa come\u00e7ar a entrar no intang\u00edvel. E ele j\u00e1 come\u00e7ou a pensar nisso faz tempo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como fica a quest\u00e3o da Economia Criativa junto ao BNDS?<\/strong><\/p>\n<p>A economia criativa e essa centralidade dos intang\u00edveis \u00e9 outro conceito. E, portanto requer outros procedimentos, por exemplo, nessa quest\u00e3o de medir valor e resultado. Voc\u00ea precisa de outras m\u00e9tricas, e o BNDS foi um dos pioneiros nisso: avalia\u00e7\u00e3o de intang\u00edveis. \u00c9 por exemplo o que acontece com as empresas que est\u00e3o na bolsa de valores, elas tem que avaliar os seus intang\u00edveis. Porque isso? Porque o resultado de uma empresa hoje, ou seja, aquilo que entra dinheiro \u2013 no presente \u2013 pode se dado, ou medido, por fatores que n\u00e3o est\u00e3o ligados tanto a intang\u00edveis, a gest\u00e3o, a capacidade de inova\u00e7\u00e3o, o conhecimento, a reputa\u00e7\u00e3o, etc.<\/p>\n<p>Isso o resultado. Mas, o valor da empresa e, \u00e9 isso o que esta na bolsa: quanto vale essa empresa e qual o valor de futuro dela; maior ser\u00e1 quanto maior for a sua capacidade de se adaptar, de se inovar, de continuar crescendo, desenvolvendo novas coisas, enfim, de toda a parte de intelig\u00eancia e n\u00e3o da estrutura. O valor de uma empresa n\u00e3o \u00e9 dado por suas m\u00e1quinas, que podem ficar obsoletas; ou por suas f\u00e1bricas, que podem cair com um terremoto. \u00c9 dada pela sua reputa\u00e7\u00e3o, pelo seu conhecimento, seus valores, suas marcas. Ent\u00e3o o BNDS tem, por exemplo, um trabalho muito interessante nisso.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n\t<div class=\"wp-playlist wp-audio-playlist wp-playlist-light\">\n\t\t\t<div class=\"wp-playlist-current-item\"><\/div>\n\t\t<audio controls=\"controls\" preload=\"none\" width=\"1178\"\n\t\t\t><\/audio>\n\t<div class=\"wp-playlist-next\"><\/div>\n\t<div class=\"wp-playlist-prev\"><\/div>\n\t<noscript>\n\t<ol>\n\t\t<li><a href='https:\/\/oicriativas.faac.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Lala-Deheinzelin-Parte-1.mp3'>Lala Deheinzelin Parte 1<\/a><\/li><li><a href='https:\/\/oicriativas.faac.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Lala-Deheinzelin-Parte-2.mp3'>Lala Deheinzelin Parte 2<\/a><\/li><li><a href='https:\/\/oicriativas.faac.unesp.br\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Lala-Deheinzelin-Parte-3.mp3'>Lala Deheinzelin Parte 3<\/a><\/li>\t<\/ol>\n\t<\/noscript>\n\t<script type=\"application\/json\" class=\"wp-playlist-script\">{\"type\":\"audio\",\"tracklist\":true,\"tracknumbers\":true,\"images\":true,\"artists\":true,\"tracks\":[{\"src\":\"https:\\\/\\\/oicriativas.faac.unesp.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2014\\\/11\\\/Lala-Deheinzelin-Parte-1.mp3\",\"type\":\"audio\\\/mpeg\",\"title\":\"Lala Deheinzelin Parte 1\",\"caption\":\"\",\"description\":\"\\\"Lala Deheinzelin Parte 1\\\".\",\"meta\":{\"length_formatted\":\"4:55\"},\"image\":{\"src\":\"https:\\\/\\\/oicriativas.faac.unesp.br\\\/wp-includes\\\/images\\\/media\\\/audio.png\",\"width\":48,\"height\":64},\"thumb\":{\"src\":\"https:\\\/\\\/oicriativas.faac.unesp.br\\\/wp-includes\\\/images\\\/media\\\/audio.png\",\"width\":48,\"height\":64}},{\"src\":\"https:\\\/\\\/oicriativas.faac.unesp.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2014\\\/11\\\/Lala-Deheinzelin-Parte-2.mp3\",\"type\":\"audio\\\/mpeg\",\"title\":\"Lala Deheinzelin Parte 2\",\"caption\":\"\",\"description\":\"\\\"Lala Deheinzelin Parte 2\\\".\",\"meta\":{\"length_formatted\":\"5:01\"},\"image\":{\"src\":\"https:\\\/\\\/oicriativas.faac.unesp.br\\\/wp-includes\\\/images\\\/media\\\/audio.png\",\"width\":48,\"height\":64},\"thumb\":{\"src\":\"https:\\\/\\\/oicriativas.faac.unesp.br\\\/wp-includes\\\/images\\\/media\\\/audio.png\",\"width\":48,\"height\":64}},{\"src\":\"https:\\\/\\\/oicriativas.faac.unesp.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2014\\\/11\\\/Lala-Deheinzelin-Parte-3.mp3\",\"type\":\"audio\\\/mpeg\",\"title\":\"Lala Deheinzelin Parte 3\",\"caption\":\"\",\"description\":\"\\\"Lala Deheinzelin Parte 3\\\". 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